Meãs do Campo inventou taça de arroz doce que também se come

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Arroz doce (Carolino do Baixo Mondego) servido em taças comestíveis feitas à base de farinha de arroz é um projeto apresentado no mês passado no Festival do Arroz e da Lampreia de Montemor-o-Velho que rapidamente se tornou um sucesso.
A ideia surgiu da equipa de direção e voluntárias do Centro Social e Paroquial (CSP) de Meãs do Campo e destaca-se pelo complemento de sabor que dá ao tradicional arroz doce, a que se junta a vertente de sustentabilidade ambiental, uma vez que dispensa o recipiente e mesmo a colher. “100% de aproveitamento, sem espaço para o desperdício”, destaca Susana Medina, da direção do CSP de Meãs do Campo, acrescentando que a capacidade de produção atual da designada “Delícia do Baixo Mondego” é de uma vez por mês, mas já não chega para as encomendas.
A ideia resulta do desenvolvimento de um outro formato de recipiente de farinha de arroz que a instituição já produzia há quatro anos, mas em formato de uma miniatura de bateira (embarcação pesqueira da região), que pode ser recheada de doce de mirtilo ou abóbora.

Notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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