Festival Metamorfose com sete finalistas entre 82 projetos musicais a concurso

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O Festival Metamorfose, que consiste num concurso para projetos musicais com obras originais, recebeu 82 candidaturas, das quais escolheu sete finalistas, estando representados diversos estilos musicais, foi hoje anunciado.

O júri do festival, sediado em Condeixa-a-Nova, distrito de Coimbra, selecionou os sete finalistas que vão atuar aos sábados, entre maio e junho, afirmou hoje a organização, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

“Entre 17 de março e 10 de abril, músicos de todo o país, de várias idades e nacionalidades, com formações e propostas dos mais diversos géneros, confirmaram a necessidade de um evento como o Festival Metamorfose. Desde projetos a solo inéditos que esperam uma oportunidade, a bandas que tiveram os seus planos interrompidos, a adesão ao festival surpreendeu a organização”, realçou.

Os projetos foram escolhidos por um júri composto pela fadista Katia Guerreiro, o músico da Brigada Victor Jara e professor Manuel Rocha, o membro dos Quatro e Meia Tiago Nogueira e o cabeleireiro Carlos Gago.

O músico de Coimbra Duarte Papel, que acrescenta a uma vertente pop “influências disco, soul e r’n’b”, a banda de Lisboa Jacarandá, que mistura o blues com o rock psicadélico, e M1ndFull, um projeto que alia terapia à música, foram escolhidos para a fase final.

Entre os finalistas, estão ainda presentes a banda de rock RARA, que vai também buscar influências ao jazz e ao fado, o projeto Rosa Luxemburgo, que nasceu na república de Coimbra com o mesmo nome, a banda de ‘indie rock’ Terminal e o projeto que funde blues, rock e soul The Jeggas.

“Ficámos surpreendidos com a adesão tão massiva ao concurso, que está apenas na primeira edição e com datas relativamente curtas para a inscrição. Para além disso, recebemos muitos projetos com muita qualidade e grande diversidade de estilos”, disse à agência Lusa Tiago Nogueira.

Para o jurado, foi fácil fazer uma pré-seleção de 15 a 20 projetos, mas escolher “os sete foi mais difícil”.

“A qualidade era muita e eram muitos candidatos com projetos de grande qualidade. A verdade é que havia mais projetos que também mereciam estar nesta lista final”, referiu Katia Guerreiro.

Para a fadista, o festival também se distingue por surgir “numa altura tão difícil em que os novos artistas perderam a oportunidade de se mostrar e deu essa possibilidade a bandas e a artistas que não tinham tido essa hipótese”.

Depois das atuações, que vão decorrer na Academia de Música de Coimbra e que serão transmitidas ao vivo na rede social Facebook, os três melhores serão conhecidos no final de junho.

Os vencedores são apurados a partir do número de visualizações das atuações e da votação do júri e do público.

Os prémios monetários são de 500, 1.000 e 1.500 euros.

O Festival Metamorfose é uma iniciativa da Associação Asas à Imaginação, sediada em Coimbra.

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