“O que aconteceu com Jorge Alves não podia nem devia ter acontecido”, diz Manuel Machado

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O contrato entre os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) e a uma empresa que tinha como associado um filho do vereador Jorge Alves, também presidente daquela estrutura, não “podia, nem devia ter acontecido”, disse o presidente da Câmara.

“O que aconteceu com o presidente do Conselho de Administração (CA) dos SMTUC, é uma coisa que não podia nem devia ter acontecido. E porque não devia ter acontecido, de imediato foram tomadas providências e Jorge Alves apresentou renúncia ao mandato, que foi imediatamente aceite”, disse Manuel Machado à agência Lusa.

Ao mesmo tempo, recordou Manuel Machado, “foi feita comunicação ao Ministério Público, porque é indispensável que seja feita, que agora fará as suas averiguações e o que demais entender”.

“Pela minha parte, imediatamente que soube o que não sabia de todo, tomei as diligências necessárias e, detetado o que aconteceu, o vereador renunciou. É uma situação que obviamente não podia acontecer”, sintetizou.

Agora, os “transportes estão em atividade normal, o CA está em funções e vai-se avaliar a forma de se reajustar, se necessário. Os SMTUC podem ter dois ou três administradores e, como se pode observar, a atividade continua e tudo está a avançar. O serviço público continua sem problemas”, garantiu.

A 02 de março, dias depois de Jorge Alves ter renunciado, a Procuradoria-Geral da República instaurou um inquérito para averiguar as alegadas adjudicações feitas pelo vereador Jorge Alves.

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