Greve que pretende dar “voz” aos direitos de todas as mulheres

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“Se as mulheres param, o mundo para”, “Vivas, livres e unidas” ou “é tanta coisa errada que nem cabe num cartaz”, foram algumas das mensagens que ontem à tarde podiam ser lidas nos cartazes que foram exibidos durante a Greve Feminista Internacional.
Em Coimbra, o local escolhido para a concentração foi a Praça 8 de Maio e, numa organização da Rede 8 de Março, da Brigada Estudantil de Coimbra e da Brigada Fernanda Mateus, mais de cinco dezenas de pessoas saíram à rua para pedir igualdade e respeito pelos direitos das mulheres. Pelo terceiro ano consecutivo, a Greve Feminista Internacional foi assinalada em Portugal e Coimbra voltou a ser uma das cidades que aderiu à iniciativa.
Na base da ação estão pedidos de igualdade de tratamento, numa sociedade que continua a ser marcadamente machista e a proporcionar condições diferentes para homens e mulheres. “Fazer greve porquê? Pelos nossos direitos”, frisou Sílvia Franklim.

Notícia completa nas edições impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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