Figueira da Foz: Cabeleireiros e comércio contentes, restauração e hotelaria expectantes

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DB-J.A.

Os cabeleireiros podem retomar a atividade na próxima segunda- -feira, sob marcação e apertadas medidas sanitárias. O comércio com porta para a rua também pode voltar a vender, mas, por enquanto, apenas ao postigo. A restauração, essa, terá de esperar pelo dia 19 abril. Entretanto, mantém a venda de refeições para levar e a entrega ao domicílio, podendo, também, servir nas esplanadas a partir do dia 5 do próximo mês.
Nuno Rolo (pai), Tiago Rolo (filho), Paulo Medina (pai) e Luís Medina (filho) são quatro cabeleireiros e barbeiros da Baixa da cidade da Figueira da Foz. O dia do regresso à atividade coincide com a inauguração das novas instalações do “Salão Modelo”, masculino, que, contudo, se mantém na rua doutor José Jardim, em frente ao antigo espaço.
“Estamos a encarar o desconfinamento e a inauguração do novo espaço com muito otimismo e com esperança de que isto fique resolvido, de uma vez por todas, e que não haja um novo confinamento”, disse Paulo Medina. O confinamento, no entanto, acabou por ser útil. “Apesar do azar, também nos deu jeito para termos o espaço pronto para a reabertura”, reconheceu o empresário.

Festival gastronómico cancelado
O setor da restauração tem sido particularmente prejudicado pela pandemia. O presidente da Associação Figueira com Sabor a Mar, Mário Esteves, aceita o calendário definido pelo Governo. “Temos de nos resignar. É para tentarmos evitar a propagação da pandemia”, defendeu. Não obstante, salvaguardou: “Economicamente, é cada vez mais difícil suportar esta situação: quem não tiver uma boa almofada (financeira), não vai conseguir suportar”.
Para amortecer as insónias que a crise pandémica está a provocar ao setor, Mário Esteves reclama uma almofada que estimule o repouso. “Continuo a recear que haja insolvências e fecho definitivo de estabelecimentos. (Para evitar que isso aconteça), os apoios financeiros são imprescindíveis: que venham rápido e sejam reforçados, se quisermos salvar a restauração. Caso contrário, vamos para o desemprego”, defendeu.

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