IPSS de Miranda do Corvo acusada de crimes na obra do Templo Ecuménico

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DR-Fundação ADFP

O Ministério Público (MP) acusou a Fundação ADFP, de Miranda do Corvo, por crimes relacionados com a construção do Templo Ecuménico e outras obras num processo em que propõe a perda de mandato de um vereador do PSD.

Na acusação, a que a agência Lusa teve hoje acesso, o MP afirma que o médico Jaime Ramos, presidente da ADFP, cometeu “de forma consumada” um crime de violação de regras urbanísticas em coautoria.

O processo arrasta-se há vários anos e inclui outros arguidos, incluindo uma construtora, e abrange a edificação de diferentes empreendimentos da ADFP, uma instituição particular de solidariedade social (IPSS), com destaque para o Templo Ecuménico Universalista e o Hotel Parque Serra da Lousã.

Sérgio Seco, vereador na Câmara de Miranda do Corvo, que em 2013 foi candidato do PSD à presidência da autarquia, cometeu “de forma consumada e em concurso efetivo” dois crimes de prevaricação de titular de cargo político, segundo o despacho da acusação, com data de 31 de dezembro.

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