Covid-19: Equipamentos culturais voltam a ter de encerrar

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Os equipamentos culturais terão de encerrar a partir das 00H00 de sexta-feira, em Portugal Continental, no âmbito das medidas anunciadas hoje pelo Governo, para tentar conter a pandemia da covid-19.

Portugal vai “regressar ao dever de recolhimento domiciliário”, a partir das 00H00 de sexta-feira, tal como em março e em abril, anunciou hoje o primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, alertando para este ser, simultaneamente, o momento “mais perigoso, mas também um momento de maior esperança”.

À semelhança do que aconteceu em março do ano passado, os equipamentos culturais voltam agora a ter de encerrar.

A paralisação da Cultura começou na segunda semana de março, depressa se estendeu a todas as áreas e, no final de 2020, entre “plano de desconfinamento” e estados de emergência, o setor somava perdas superiores a 70% em relação a 2019.

Setor cultural “têm-se queixado e com razão”

O primeiro-ministro reconheceu hoje que o setor da Cultura “tem-se queixado e com razão, porque é naturalmente atingido” pelo confinamento hoje decretado, e remeteu para quinta-feira o anúncio de medidas de apoio.

Em conferência de imprensa, hoje, em Lisboa, para anunciar as regras de um novo período de confinamento para tentar conter a pandemia da covid-19, António Costa disse que, na quinta-feira, a ministra da Cultura e o ministro da Economia apresentarão “um conjunto de medidas de apoio aos setores que são particularmente atingidos”.

De acordo com decisão do Governo, os equipamentos culturais terão de encerrar a partir das 00:00 de sexta-feira, em Portugal Continental, tal como aconteceu em março do ano passado.

Em 2020, a paralisação da Cultura começou na segunda semana de março, depressa se estendeu a todas as áreas e, no final de 2020, entre “plano de desconfinamento” e estados de emergência, o setor somava perdas superiores a 70% em relação a 2019.

Portugal vai “regressar ao dever de recolhimento domiciliário”, a partir das 00:00 de sexta-feira, tal como em março e em abril, anunciou o primeiro-ministro, António Costa, na conferência de imprensa, alertando para este ser, simultaneamente, o momento “mais perigoso, mas também um momento de maior esperança”.

Na semana passada, várias estruturas da Cultura anunciaram a marcação de um protesto nacional para dia 30, de alerta para o que consideram a falta de respostas do Governo perante “as consequências devastadoras da pandemia”.

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