Centros comerciais querem ajudas diretas se houver novas restrições

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A Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) defendeu ontem ajudas diretas do Estado se houver medidas mais restritivas ao setor, o qual “já despendeu mais de 600 milhões de euros no apoio aos lojistas” devido à pandemia.
O Governo vai anunciar esta semana a implementação de medidas mais restritivas, no âmbito do combate à pandemia de covid-19.
Em comunicado, a APCC relembra “que desde o início da pandemia nunca foi detetado nenhum surto com origem nos centros comerciais, fruto das medidas e controlos implementados desde sempre, e cumpridos rigorosamente” e apela “para que nas medidas que o Governo irá anunciar não esteja a obrigatoriedade de encerramento da quase totalidade das atividades” naqueles espaços, bem como “também para que os horários não sejam reduzidos, como meio de impedir concentrações às portas dos centros ou das lojas no seu interior”.

Notícia completa nas edições impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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