Câmara da Figueira da Foz só negoceia com a Misericórdia depois da decisão do tribunal

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DB-J.A.

A Misericórdia-Obra da Figueira (MOF) recorreu à justiça para exigir à Câmara da Figueira da Foz uma indemnização, superior a 400 mil euros, pela desvalorização dos terrenos da Quinta do Gato, na Estrada de Mira, queixando-se da redução do índice de construção, no âmbito da revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), concluída há três anos. A ação avançou depois de esgotadas as possibilidades de um acordo extrajudicial.
“Estamos abertos para negociar”, afirmou o provedor da MOF, Joaquim de Sousa, em declarações ao DIÁRIO AS BEIEAS, ressalvando, contudo, que a iniciativa terá de partir da autarquia. “Se a câmara não quiser negociar, continua a ação no tribunal”, garantiu.
Por seu lado, o presidente da câmara, Carlos Monteiro, afirmou que vai aguardar pelo resultado da ação judicial. Isto, esclareceu, para não abrir precedentes, uma vez que existem outros proprietários que também foram condicionados pela revisão do PDM.
Não obstante, o município terá de negociar com a MOF, mas só depois da decisão da justiça, já que o terreno em causa encontra-se na área do futuro Parque Urbano. “Vamos negociar, como faremos com outros proprietários. Não é justo que terrenos tenham um determinado fim no PDM e os proprietários não possam utilizá-los havendo um objetivo para o Parque Urbano”, sustentou o autarca.

Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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