ARSC e Governo “têm boicotado” a abertura das duas unidades de saúde

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Que balanço faz de todo o percurso de 33 anos da Fundação ADFP?

Há uma grande satisfação pelo trabalho realizado e pelo que continuamos a fazer. É evidente que este ano é atípico, porque a situação de epidemia causa imensos problemas nas nossas atividades, com custos acrescidos devido à necessidade de implantação dos sistemas de segurança aos residentes, assim como o encerramento, durante algum tempo, de algumas valências e prestação de serviços, seja nas áreas sociais, com as famílias a deixar de pagar as respetivas prestações, seja nas nossas áreas de turismo e agricultura que estão também a ressentir-se.

O Estado compensou esses serviços, nomeadamente na área social?
Financeiramente não, apenas em ofertas de produtos, tipo desinfetantes.
Por outro lado, temos a circunstância de alguns investimentos que tínhamos feito na área da saúde e que pensávamos que já estivessem, neste momento, em velocidade cruzeiro, – como é o caso do Hospital Compaixão, e a Unidade de Cuidados Continuados para Pessoas com Doença Mental, no Senhor da Serra – estarem parados porque, por razões que desconhecemos, a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro e o Governo têm boicotado as suas aberturas, o que nos deixa insatisfeitos nesta altura em que assinalamos 33 anos. É uma situação inexplicável, ainda por cima nesta situação de pandemia, sem nos deixarem dar a resposta às pessoas desta região. São unidades fechadas, mas estamos a gastar muitos milhares de euros em manutenção das instalações.

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