Horácio Antunes: “Retardámos o máximo possível”

FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

Depois de vários adiamentos, está tudo pronto para o arranque das competições este fim de semana?
Não ter jogos, ou atividade física é uma grande agonia. Mas isto não é uma agonia só nossa. Logo a partir de abril ou maio vimos vários clubes a quererem arrancar com atividade física, sobretudo, nas classes mais jovens, porque sabemos que muitos vivem dessas quotizações.
Não havendo essa atividade não há receitas e os clubes ficaram sem condições económicas. Sabíamos que tínhamos de ir ao encontro dessas dificuldades e por isso as filiações foram gratuitas, baixámos os seguros, oferecemos a todas as equipas um determinado número de bolas e garantimos que, até ao levantamento dos cartões, para arrancar as competições, os clubes não tinham de fazer pagamentos à AFC. Isentámos ainda os clubes da taxa de organização dos jogos, uma vez que não há público, e apenas pagarão a taxa de arbitragem…

…e há já um consenso alargado para o arranque da competição?
Inicialmente prevíamos começar ainda em setembro. Depois, devido a algumas reticências de alguns clubes, passámos para o primeiro domingo de outubro. Depois, novamente atendendo às considerações dos clubes, passámos para 1 de novembro…

…isto no que diz respeito ao futebol…
O futebol de 11 tem mais equipas e precisávamos que arrancasse mais cedo. No caso do futsal, como há menos equipas, podemos começar mais tarde.

Entrevista completa nas edições impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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