Figueira da Foz: IPC mantém interesse na Escola do Mar mas ainda não tem instalações

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Arquivo-Pedro Ramos – Jorge Conde, presidente do IPC

O Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) mantém interesse em instalar a Escola do Mar na Figueira da Foz, afirmou o presidente, Jorge Conde, ao DIÁRIO AS BEIRAS. Este projeto foi iniciado há vários anos pelo ex-presidente do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC), Manuel Castelo Branco, e que o seu sucessor, Pedro Costa, acolheu. Entretanto, o processo passou para alçada do politécnico.
“Este projeto está atrasado, mas houve várias condicionantes que atrasaram o processo. A primeiro foi a saída do principal parceiro, a Misericórdia-Obra da Figueira, porque, entretanto, o edifício que nos iria ser cedido foi destinado a outra atividade”, esclareceu Jorge Conde. Depois, acrescentou, foi a saída de João Ataíde da presidência da Câmara da Figueira da Foz.
Entretanto, o IPC passou a ter como interlocutor no município o atual presidente da câmara, Carlos Monteiro. “Com este presidente, ainda não chegámos a um entendimento para a localização da escola [a curto prazo]”, afirmou Jorge Conde. Contudo, ressalvou: “Da parte da câmara, tem havido disponibilidade para soluções intermédias. Foi sugerido que se trabalhasse provisoriamente no Centro de Artes e Espetáculos. Esta poderá ser a solução imediata”.

“Têm de dizer-nos exatamente o que pretendem”
Carlos Monteiro, por seu lado, afiançou que não podem ser imputadas à autarquia responsabilidades sobre o atraso da instalação da Escola do Mar. “Pela nossa parte, nunca os espaços foram limitação para quem quiser cá vir lecionar cursos”, afirmou. E deu o exemplo das pós-graduações do ISCAC, os cursos e o funcionamento do laboratório MAREFOZ e os cursos que o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC) irá lecionar na Escola Secundária Bernardino Machado.
No entanto, aquilo que o IPC pretende são instalações definitivas. “Aquilo que tem de acontecer antes disso é dizerem-nos exatamente o que pretendem, porque ainda não tivemos nenhuma reunião para tratar exclusivamente desse assunto”, defendeu Carlos Monteiro.

Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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