Figueira da Foz: Grande Rota do Mondego aumenta oferta turística sustentável na região

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FOTO DB/JOT’ALVES

A evolução do planeta deixou como legado paisagens de cortar a respiração num território rasgado pelo maior rio português, onde ainda se respira ar puro. A presença humana, por seu lado, acrescentou-lhe património material e imaterial, contribuindo para enriquecer aquilo que a natureza criou. Por sua vez, a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC) juntou a diversidade paisagística e os produtos endógenos na Grande Rota do Mondego, para percorrer a pé ou em bicicleta.
Ao longo de 142 quilómetros, os visitantes atravessam rios, vales, serras, zonas húmidas, campos agrícolas, estuário, praias e áreas protegidas. Tudo isto numa oferta turística sustentável que se distingue por uma diversidade que conflui no Rio Mondego, onde cabem, ainda, o património histórico, arquitetónico e cultural, a gastronomia, a etnografia e atividades de lazer. A Figueira da Foz é uma das duas principais portas de entrada. A outra é Oliveira do Hospital.

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