“A Almedina é um embrião que ainda tem vida própria”

DB-Carlos Jorge Monteiro – João Francisco Campos e Carlos Encarnação na sessão de encerramento das comemorações

É a memória a percorrer todo o documentário. Testemunhos reais de pessoas que fizeram a história de um território e de tantos que o habitaram: nele cabem o Sr. Manuel das Amêndoas, onde os miúdos da escola iam buscar guloseimas; o Sr. Gonçalves, que tinha uma papelaria debaixo do Arco de Medina, ou o Sr. Artur da Farmácia, que trabalhava na Farmácia Lopes Rodrigues e que acudia aos meninos que caíam e se magoavam.
Neste documentário cabem também as histórias dos “salatinas” e dos “chibatas”. E não faltam as instituições como o Ateneu ou Grémio, nem a solidariedade, o “conhecimento mútuo” tão habitual numa aldeia que respira da cidade. E ouvem-se os sons da história – a canção de Coimbra é apenas um deles.
O documentário sobre os 900 anos de Almedina foi apresentado ontem pelo historiador e investigador João Pinho e pela artista Cris Anjinho e marcou o encerramento das comemorações.
Ao longo de um ano, a União de Freguesias de Coimbra (UFC) celebrou 900 anos de Almedina. Recorde-se que o documento mais antigo que se refere à freguesia de S. Cristóvão, atual Almedina, data de 29 de outubro de 1119. E foi com base nesse facto histórico que a União de Freguesias de Coimbra lançou em 2019 um programa de comemorações dos 900 anos do território, que terminaram ontem.
Mas, como referiu Carlos Encarnação, que presidiu à Comissão de Honra das comemorações, “a Almedina é um embrião que ainda tem vida própria, que ainda tem gente. O que aconteceu este ano – apesar das restrições – foi uma evocação histórica dos momentos principais da história deste território”.

Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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