Coimbra: Contrafação está a adaptar-se aos novos tempos

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DB-Carlos Jorge Monteiro

O Inspetor Geral da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Pedro Gaspar, afirmou ontem em Coimbra que o negócio da contrafação se adaptou aos novos tempos. As declarações do responsável foram realizadas no âmbito de mais duas ações de doação de artigos de vestuário e acessórios contrafeitos à Obra Social de Torre de Vilela e ao Hospital Sobral Cid.
Segundo Pedro Gaspar, têm-se registado um número crescente de apreensões de produtos contrafeitos que estão a ser vendidos através da internet. Uma das novas “modas” são as máscaras sociais com símbolos de clubes desportivos e marcas de roupas. A situação está a merecer a atenção dos profissionais que também estão “em cima” das máscaras cirúrgicas que não cumprem os requisitos para estarem no mercado. “Neste momento, desde março, já apreendemos mais de 800 mil produtos ligados ao combate à pandemia”, referiu. Equipamentos de proteção individual, máscaras cirúrgicas e máscaras sociais são os produtos que têm sido apreendidos pela ASAE.
Apesar da preocupação com a nova “realidade”, os agentes da ASAE têm estado atentos aos tradicionais espaços de venda de produtos contrafeitos – lojas e feiras.

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