Assinala-se na próxima quarta-feira meio ano de pandemia em Portugal

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A pandemia de covid-19 assinala, na próxima quarta-feira, seis meses desde a chegada a Portugal, quando a 2 de março foram confirmados oficialmente os primeiros dois casos de infeção, alterando de forma radical o quotidiano dos portugueses.

Nesse dia, a ministra da Saúde, Marta Temido, revelou que um homem de 60 anos estava internado no Hospital de Santo António, no Porto.

Simultaneamente, um despacho do Governo colocava os funcionários públicos em teletrabalho ou isolamento profilático sem perda de salário, e o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, suspendia a agenda e ficava em auto isolamento profilático, por ter estado com uma turma de uma escola de Felgueiras na qual se confirmara um caso.

A 12 de março foram suspensas as aulas presenciais em todas as escolas, a redução da lotação dos restaurantes e o encerramento de discotecas.

No mesmo dia, também os jogos da I e II Liga eram suspensos por tempo indeterminado. O travão a fundo na atividade económica – em que muitas empresas recorreram ao regime de lay-off simplificado definido pelo executivo – começa a fazer soar alarmes nas primeiras projeções sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e o desemprego, ainda longe dos números que se viriam a confirmar posteriormente. No segundo trimestre, o PIB acabaria por cair 16,5% face ao mesmo período de 2019, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

 A marca dos mil mortos por covid-19 é superada no dia 1 de maio. Nessa altura, de acordo com a ministra da Saúde, o país havia já superado o “pico” da pandemia, com a curva da mortalidade a descer desde meados de abril.

De acordo com a DGS, desde o início da pandemia até hoje, Portugal registou 1.818 óbitos associados ao novo coronavírus.

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