PCP exige subsídio de insalubridade e risco para trabalhadores de resíduos no Centro

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FOTO DB/PEDRO RAMOS

O PCP questionou o Governo sobre as medidas que vai desenvolver para assegurar o “pagamento de subsídio de insalubridade, penosidade e risco a trabalhadores” de resíduos na ERSUC, empresa que opera em 36 municípios da região Centro.

A pergunta formal do grupo parlamentar comunista surge na sequência de uma reunião, em Coimbra, com trabalhadores da Resíduos Sólidos do Centro (ERSUC), empresa do grupo EGF – Empresa Geral do Fomento]/Mota Engil.

No encontro, “os trabalhadores abordaram problemas de discriminação remuneratória entre trabalhadores do mesmo grupo, sendo que a diferença salarial” entre eles “chega a atingir mais de duas centenas de euros”, afirma o PCP, numa nota enviada hoje à agência Lusa.

“A inexistência de carreiras profissionais e de profissões que tenham correspondência com aquilo que cada trabalhador executa regularmente” é outro motivo de descontentamento dos trabalhadores, que, de acordo com o Partido Comunista, também “denunciam a falta de critérios claros na avaliação de desempenho”.

A avaliação “funciona na base da arbitrariedade e da permanente chantagem junto dos trabalhadores para forçar o trabalho em dias feriados e para forçar giros quase impossíveis de cumprir e sem pausas de descanso”, afirma.

Outra das reivindicações, destaca ainda o PCP, relaciona-se com “o subsídio de insalubridade, penosidade e risco”, mas a empresa recusa “negociar sobre estas e outras matérias”.

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