Opinião: Mensagem VI – Dar novos mundos ao mundo – Covid-19

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Aqui deixo as respostas às perguntas que fiz a semana passada. Antes, explico que o sistema linfático é o polícia do corpo humano e animal. É o sistema de defesa, o serviço de estrangeiros e fronteiras, que impede que os malcomportados entrem. Só esgueirando-se é que poderão fazer malfeitorias. Ele e a linfa são os informadores e os polícias que protegem, isto é, antigénios dos bandidos, que leva à criação dos anticorpos.

Quanto às respostas, os melanomas cutâneo e ocular não têm linfáticos, logo, não têm defesas. O mesmo acontece com os sarcomas, tumores dos ossos. Os que têm sistema linfático são os polícias.

Na minha tese de doutoramento, assim o demonstrava. O aparelho digestivo e pulmão têm sistema linfático, têm defesa. Disto resulta que têm informação para o cérebro imunológico dar ordens para a criação dos anticorpos, exército capaz de vencer ou neutralizar os agressores.

Donde os auto-sangues que levam o vírus iniciarem a defesa e entretanto tratar como se fosse a gripe habitual na qual uma vacina é sempre útil para manter o alerta do sistema linfático.

No meu tempo, utilizava-se até as proteínas do leite, designadas por Leucigon, para despertar o alerta do policiamento. E resultava. Mas, para complemento, em defesa deste alerta e seu apoio ou demonstração, creio que a parapneumonia dos bovinos é o equivalente à gripe dos humanos.

Apelando à memória, quando eu tinha aí 10 anos, em Angola, Cassonge, onde o meu pai tinha uma loja (estejam descansados que não era maçónica) e onde a minha mãe era professora primária, tínhamos uma vacaria com à volta de 100 a 150 animais. Ocorreu-me que apareceu aquilo a que se designava por mancanha. Informaram o meu pai e ele pediu logo aos bóeres, refugiados brancos na África do Sul, expulsos pelos ingleses. Estes vieram com o gado acantonar-se, na anhara (planície de grande extensão com água), em Cassongue, por causa da guerra.

Eles tratavam a mancanha abrindo o peito de uma vaca morta e faziam uma escoriação no rabo das vacas e o líquido ou muco tirado do pulmão doente esfregavam ou passavam por escarificações longitudinais feitas no rabo dos bovinos. Ainda foi preciso cauterizar com um ferro em brasa o rabo de duas ou três vacas, por infeção, mas curaram-se e não se deixou que morressem.

Em Moçambique demonstrei que este método resulta até para o cancro, seja qual for o tipo. Veja-se no artigo anterior a etiopatogenia da covid-19.

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