Coimbra: Um milhão de euros de prejuízo só em propinas

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Nestes cerca de três meses de pandemia, a Universidade de Coimbra (UC) registou um prejuízo superior a um milhão de euros contabilizando apenas as situações de não pagamento de propinas. “É mais do que esse valor até”, lamentou ontem Amílcar Falcão, reitor da UC, à margem da sessão em que foi renovada a parceria com o Santander.
No que diz respeito aos Serviços de Ação Social, o défice aponta para uma verba entre os 250 e 300 mil euros por mês.
Contudo, por agora, a boa saúde financeira da instituição parece ser suficiente para aguentar o impacto da crise económica, ainda que este “balão de oxigénio” não seja ilimitado.
“Ao contrário do que alguns sindicatos pensam, felizmente, não estamos em dificuldades financeiras. Temos capacidade de resposta. Ainda assim, tudo é limitado e o golpe é grande, não só para a UC”, adiantou Amílcar Falcão que, apesar dos constrangimentos, encara o futuro com otimismo.
“Passaremos tudo isto e voltaremos mais fortes. Estou convicto de que a UC será uma das instituições de referência no mundo inteiro, que consiga garantir a segurança dos estudantes, neste contexto de pandemia. Temos todos os cenários preparados”, acrescentou.

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