Movimento promove cordão humano em defesa dos Covões

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FOTO DB – CARLOS JORGE MONTEIRO

Um movimento de cidadãos agendou para a próxima terça-feira, pelas 10H30, um cordão humano solidário em defesa dos Covões. A iniciativa tem início na entrada principal da unidade hospitalar e pretende chamar a atenção dos conimbricenses para a passagem, a partir do próximo dia 1 de julho, do serviço de urgência para o nível básico – Serviço de Urgência Básico.

Na prática, e como recordou o ex-diretor do Serviço de Cirurgia do Hospital Geral Carlos Costa Almeida num texto publicado na página de Facebook, trata-se de equiparar o Hospital Geral Central “com a Urgência como a do Hospital de Pombal ou de qualquer clínica em Coimbra”. O médico ironiza, mesmo, no texto: “Boas notícias para Coimbra, sem dúvida… Só se pode desejar felicidades para quem for à Urgência do HUC e para quem lá trabalha…”.

De acordo com um dos elementos da organização, esta decisão levará ao aumento “do fluxo de doentes à urgência do HUC”. “A urgência do HUC faz-se à custa de jovens médicos e de abuso persistente de médicos mais velhos sobre internos num conhecido absentismo fácil de comprovar pelas aplicações do alert”, refere este elemento da organização ouvido pelo DIÁRIO AS BEIRAS.

A passagem do serviço de urgência dos Covões para um nível básico irá levar ao encerramento da resposta de cardiologia, de pneumologia, de medicina interna no polo Hospital Geral e “aumentar em cerca de 25 por cento o número de macas no HUC”, afirmou este elemento. E apontou mesmo o mês de outubro, caso esta decisão avance, para que fique instalado o caos nos HUC.

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