Candidatura de Conimbriga à UNESCO valoriza investigação feita há 80 anos

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A divulgação dos estudos de Vergílio Correia – coordenador das descobertas arqueológicas em Conimbriga entre 1929 e 1944, ano da sua morte – estão a ser um importante contributo para a elaboração da candidatura deste espaço romano a Património Mundial da Unesco.
Isso mesmo ficou patente na homenagem à sua memória, realizada no sábado passado, a este antigo docente da Universidade de Coimbra e conservador de vários museus portugueses.
O Museu Monográfico de Conimbriga, dirigido José Ruivo, inaugurou, a propósito, a exposição “Vergílio Correia 1888-1944: Viagem de Estudo a Marrocos em 1923”, recordando a “figura inspiradora” de um homem de causas, “educado nos princípios republicanos e defensor das liberdades”.
Produzida pelo Centro de Estudos Vergílio Correia, Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova e Associação Ecomuseu de Condeixa, e comissariada por Miguel Pessoa e Lino Rodrigo, a mostra itinerante debruça-se sobre a viagem de estudo que Vergílio Correia fez a Marrocos há cerca de um século, fixada nas imagens fotográficas em chapa de vidro guardadas pela família do autor.

Toda a informação na edição impressa e digital de hoje, 22 de junho, do DIÁRIO AS BEIRAS

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