Autoridades atentas a ajuntamentos no S. João

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Foto Pedro Agostinho Cruz

O lançamento do fogo de artifício, esta noite, pelas 00H00, nas praias da Leirosa, Costa de Lavos, S. Pedro, Relógio, Buarcos e Quiaios, não é consensual entre os figueirenses, por poder estimular ajuntamentos com mais de 20 pessoas. Mas as forças de segurança vão estar atentas. De resto, mobilizam o mesmo número de efetivos do ano passado, apesar de, este ano, não haver marchas populares, espetáculos de palco e as tradicionais fogueiras na praia.
Em declarações aos jornalistas, ontem, o presidente da câmara, Carlos Monteiro, defendeu que, este ano, o fogo é “lançado mais alto par poder ser visto em mais sítios, e as pessoas podem vê-lo dentro do carro, ao longo da marginal, na praia…”. O autarca acrescentou que foram “criadas condições para que as pessoas não tenham de estar juntas”.
“Há coisas que não são fáceis de resolver. O confinamento criou grandes dificuldades à restauração, à hotelaria e à indústria, e hoje é o tempo de fazermos turismo cá dentro. O fogo de artifício é lançado nessa perspetiva”, argumentou ainda Carlos Monteiro.

 

Notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS de 23/06/2020

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