Opinião: O mundo a semana passada – A GEOPOLÍTICA da semana

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17 Mai DOMINGO GENEBRA

O diretor regional da Organização Mundial da Saúde para a Europa, Hans Kluge, avisa que o abrandamento da pandemia nos países europeus não pode ser considerado, visto poder enfrentar um segundo surto letal da pandemia a partir de outubro próximo. Aquele responsável recomendou que os países europeus, que estão a começar a levantar as restrições de circulação, olhem para os exemplos de Singapura e do Japão.

 

18 Mai SEGUNDA PARIS

A chanceler da Alemanha Angela Merkel e o presidente de França Emmanuel Macron apresentaram, num sinal de união, uma iniciativa em conjunto antes de a Comissão Europeia anunciar o fundo de 500 mil milhões de recuperação da crise económica provocada pela covid-19. É de facto, um sinal que envia uma mensagem poderosa para Bruxelas e várias outras capitais europeias para uma solução de compromisso.

 

19 Mai TERÇA TRÍPOLI

As tropas leais ao governo do Acordo Nacional (GAN), do primeiro-ministro Fayez al-Sarraj, apoiado pela ONU, Turquia e Itália, acabam de empurrar as forças rebeldes do Exército Nacional da Líbia (ENL), de Khalifa Haftar, para mais de 100 quilómetros da capital. As forças rebeldes são apoiadas pela Rússia, Egito, Emiratos Árabes. A Turquia apoia o governo para garantir o acesso aos campos de gás natural no Mediterrâneo Líbio.

 

20 Mai QUARTA CARACAS

Estão a caminho da Venezuela cinco petroleiros carregados de crude iraniano, num valor de 45,5 milhões de dólares. Tanto Teerão como Caracas são alvo de sanções por parte de Washington e desafiam, sem precedentes, Donald Trump, cuja Administração estará a pensar numa resposta adequada. Quatro navios de guerra da marinha norte-americana foram enviados para as Caraíbas para um possível confronto com os petroleiros.

 

21 Mai QUINTA WASHINGTON

Os Estados Unidos abandonaram o Tratado dos Céus Abertos, que permitia a realização de voos militares sobre os territórios dos 35 signatários para reforçar as relações de confiança a nível mundial. Trump apontou o dedo na direção da Rússia, considerando que o executivo de Putin não tem respeitado os termos do tratado. Para os russos, a saída dos EUA representa um golpe para o sistema de segurança militar da Europa.

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