Opinião: “Mas há uma coisa que eu sei…”

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Se o fim do confinamento vai aumentar o número de mortes por COVID-19, não sei. Mas uma coisa já ficou demonstrado cientificamente. Com o fim do confinamento, o número de mortes por acidente de viação não só vai voltar a subir em flecha, não escolhendo idades, dizimando famílias inteiras e atingindo sobretudo gente na força da vida, como a poluição vai voltar a atingir níveis que põem em risco a própria Vida na Terra.
Ou seja, uma das medidas que deviam ser implementadas com o desconfinamento, era a proibição do trânsito automóvel: por um lado, para evitar que o excesso de velocidade, a sonolência, o alcoolismo, a imprudência, a falta de destreza na condução continuem a ceifar vidas e a colocar todos os dias em risco a vida de todos nós; e, por outro, para evitar que a poluição, que causa muito mais mortes que qualquer doença, que é a causa da propagação de muitas doenças e destrói as defesas do nosso organismo, ponha em risco, inclusive, a Vida na Terra.
Para salvar a Vida na Terra e evitar a morte de crianças e de jovens na força da idade, o Governo deve acabar, de imediato, com os veículos automóveis, o alcatrão e as autoestradas, e obrigar os portugueses a voltar a andar de burro.
Acresce que, sem transportes públicos, até a propagação da COVID-19 é mais fácil de conter. E com tantos burros que há por aí, sempre se lhes dava alguma ocupação e evitavam ter de passar tantas horas a escrever nas redes sociais.

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