Figueira da Foz: Propostas de redução do IMI geram troca de “mimos” entre PS e PSD

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FOTO DB/JOT’ALVES

O vereador Ricardo Silva vai defender na próxima segunda-feira, na reunião de câmara, a proposta de redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para a taxa mínima, ou seja, dos atuais 0,4 por cento para 0,3, de que o DIÁRIO AS BEIRAS já deu conta, para atenuar os efeitos económicos da pandemia junto dos proprietários de imóveis. A maioria socialista vai votar contra. Se fosse aprovada, segundo o vereador Nuno Gonçalves, o município deixaria de encaixar receitas de 3,2 milhões de euros por ano.
“A redução do IMI, de 0,4 por cento para 0,3 por cento, implicaria uma perda de receita anual estimada de 3,2 milhões de euros. Isto é, cerca de sete por cento da receita corrente anual do município”, afirmou Nuno Gonçalves. “Embora se tenha aprovado a suspensão do Plano de Saneamento Financeiro, continuamos obrigados a cumprir os seus objetivos, respeitando os limites da dívida numa gestão proba em salvaguarda da prossecução do serviço público”, acrescentou o autarca socialista.
Por outro lado, Nuno Gonçalves criticou a reivindicação de inovação da proposta. “Em 2019, a Assembleia Municipal aprovou a proposta do PSD da câmara municipal no sentido de aplicar uma redução do valor do IMI a pagar pelos sujeitos passivos com dependentes a cargo (nos termos constantes do que foi publicado). Segundo a notícia (….), o PSD pretende apresentar esta medida como inovadora, quando não o é e não corresponde à verdade. Esta dedução é aplicada pelo município”, atirou o edil do PS.

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