“E se todos ficássemos sem cultura?”

FOTO DB/PEDRO RAMOS

E se, nos meses em que o país ficou isolado, não tivesse havido música ou dança ou palavras? Se o cinema tivesse desaparecido dos ecrãs? Se a pintura tivesse deixado as telas em branco?

Foi, precisamente, essa pergunta – “E se todos ficássemos sem cultura?” – que serviu de mote a várias vigílias que decorreram ontem em várias cidades portuguesas. Coimbra não foi exceção.

Ao longo do dia, profissionais da cultura e das artes foram passando em frente à Direção Regional da Cultura do Centro para “dar visibilidade” à luta de anos num setor cujas fragilidades a pandemia apenas “tornou mais evidentes”.

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