Covid-19: Associação de Municípios sensível a dificuldades de empresas de diversão

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A Associação de Municípios manifestou hoje “abertura para sensibilizar” as autarquias e o Governo no sentido de apoiarem as empresas de diversão a atenuarem os prejuízos provocados pela pandemia, disse hoje o presidente duma organização do setor.

A Associação Portuguesa de Empresas de Diversão (APED) quer que as câmaras municipais, através da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), viabilizem a “organização de pequenos parques de diversão e restauração” no contexto da pandemia de covid-19.

Francisco Bernardo, presidente da APED, que falava à agência Lusa depois de ter participado numa reunião, hoje, em Coimbra, com responsáveis da ANMP, pretende que os municípios viabilizem a “organização de pequenos parques de diversão e restauração”, que, salienta, são sempre realizados ao ar livre.

“Para irmos buscar algum apoio, podemos ter de fazer coisas desse género”, nas feiras e mercados, mas as normas estabelecidas pelo Governo, no âmbito da pandemia de covid-19, abrangem apenas a venda de produtos e excluem as chamadas feiras de diversão, sublinhou.

Daí, “num espírito de cooperação e diálogo”, o apelo da APED à Associação de Municípios para funcionar como “uma ponte” entre o setor e os municípios e, por outro lado, com o Governo, sempre, naturalmente, no estrito cumprimento das regras de segurança e da saúde publica.

“O Governo tem de nos apoiar de alguma forma”, defende o empresário, recordando que os eventos anuais, habitualmente promovidos pelas autarquias, “estão todos cancelados”.

É fundamental que, simultaneamente, os municípios compreendam as dificuldades das empresas e contribuam para elas enfrentarem a situação, através da viabilização daquele tipo de eventos e da adoção de medidas como isenção de taxas, exemplificou.

Francisco Bernardo acredita que, “com a cooperação dos municípios e num espírito de diálogo”, seja possível ultrapassar parte das “grandes dificuldades e prejuízos” que as empresas de diversão atravessam, conclui.

Por outro lado, a recém-criada Associação dos Profissionais Itinerantes Certificados (APIC) marcou uma série de concentrações e desfiles, em Lisboa, entre quarta-feira e o dia 28.

“Não temos rendimentos, nem temos forma de ter rendimentos”, disse à Lusa, na segunda-feira, o presidente da APIC, Luís Paulo Fernandes.

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