Automobilismo: “Maluquinhos” do Rali não falharam ida ao confurco

Fotografia de Ricardo Panão

São do Centro, onde agora, regressaram os ralis, mas foi quando o Campeonato do Mundo andava a acelerar a sul que se juntaram. Há anos que programam, todos juntos, a “romaria”, sempre que a caravana mundial se desloca a Portugal e este ano, nem com a covid-19 a estragar-lhes o espetáculo deixaram de marcar presença num dos pontos altos em que, todos os anos, fazem questão de marcar presença.

Rui Panão e Ricardo Panão, ambos de Condeixa-a-Nova (“amigos e parentes afastados”) já andam nisto juntos há muito. David Araújo, natural de Fafe, acompanha-os nas aventuras dos ralis desde 2014. Depois de uma ida ao Algarve, quis o destino que o mundial rumasse a norte e David é, todos os anos, o anfitrião.

Quem não ia ao rali com o grupo desde os tempos do Algarve é o também condeixense João Paulo Coutinho, que este ano acompanhou os “panões” a rever o confurco e o salto da pedra sentada… com uma diferença para as últimas cinco edições: o percurso estava vazio!

Rumo à “catedral”
“Como este ano a pandemia não permitiu a realização da nossa prova do mundial, assim como outras noutros países, combinámos, pelo Facebook, que iríamos reunir as tropas e fazer a romaria até à catedral de Fafe”, conta, ao DIÁRIO AS BEIRAS, Ricardo Panão – este fanático por ralis e, de resto, também colaborador do nosso jornal na modalidade.

No sábado “já estariam milhares de fãs a guardar lugar para ver pilotos e máquinas no dia seguinte”… mas este ano não foi assim. “Foi um dia de sentimentos diferentes, por um lado a tristeza pelo silêncio provocado pela falta do ambiente do rali e, claro, do barulho dos motores”, conta.

Pode ler a notícia completa na edição digital e impressa do DIÁRIO AS BEIRAS

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