PSP de Coimbra instaura processo disciplinar para apurar alegada agressão a um jovem

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O Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Coimbra revelou que abriu um inquérito a um agente, no sentido de averiguar uma alegada agressão de um operacional a um jovem do Lar de São Martinho – Obra do Padre Serra, em Coimbra.

“Cerca das 02H45 [de domingo] a Polícia de Segurança Pública de Coimbra foi contactada telefonicamente por uma funcionária de uma instituição social que acolhe menores. Foi solicitada a colaboração da PSP uma vez que alguns menores estariam a perturbar o funcionamento da instituição”, refere comunicado divulgado pela força policial.
Após a deslocação ao local, um agente terá, segundo um vídeo divulgado ontem pela SIC Notícias, agredido um dos jovens da instituição.

“Durante a ocorrência terá sido gravado um vídeo em que se visualiza um polícia a exercer força sobre um rapaz. Este vídeo chegou ao conhecimento desta Polícia”, refere também o Comando da PSP de Coimbra. A força policial revelou que “já instaurou um processo disciplinar para apurar o contexto da ocorrência e identificar os intervenientes e comunicará a ocorrência ao Ministério Público”.

Notícia para ler na edição digital e impressa do Diário As Beiras

12 Comments

  1. Os agentes da PSP nunca deviam ter entrado dentro desse Lar. Nestas situações o responsável pelo lar (director) ou a técnica é que têm de deslocar a Esquadra e apresentar queixa, porque trata-se de utentes que já têm responsabilidade criminal (16 anos de idade).
    A PSP só tem que actuar dentro do quadro legal e não de acordo com os protocolos internos dessas instituições, em que perante motivos de perturbação do normal funcionamento do lar, não acatamento das indicações e ofensas a funcionários, chamam a PSP para lá ir dentro!

  2. Os agentes da PSP nunca deviam ter entrado dentro desse Lar. Nestas situações o responsável pelo lar (director) ou a técnica é que têm de deslocar a Esquadra e apresentar queixa, porque trata-se de utentes que já têm responsabilidade criminal (16 anos de idade).

  3. ANONIMO says:

    VERGONHA NEM SE QUER SABE SER HOMEM NEM AGENTE DE AUTORIDADE BATER EM CRIANÇAS E MAIS CRIANÇA QUE ELE FOSSE UM DO TAMANHO DELE NAO FAZIA ISSO E QUEM O ACOMPANHOU TANBEM PORQUE ESTAVA AO LADO DELE FORA A CARGA POLICIAL QUE O ESPERAVA NA CARRINHA ,VERGONHA DEVIAO FAZER O MESMO A FAMILA DELE. AGENTES ASSIM DEVERIAM SER ESPULSSOS E SEM DIREITO A REFORMA. ESSE NAO SEI O QUE EIDE CHAMAR E OUTROS COMO ELE DEVERIAM SOPRAR NO BALAO COMO SE ENCONTRAO NO RESTAURANTE O RIO DE MADRUGADA A BEBEREM BEBIDAS AUCOLICAS E ADROMIREM DENTRO DOS CARROS DESCULPA DELES PARA O DONO DO RESTAURANTE SE APARCER O NOSSO FOMOS CHAMADOS PARA ENTREVENÇAO DEZACATOS VERGONHOSO E PARA ISSO QUE O CIDADAO PAGA IMPOSTOS PARA MALANDROS AUCOLICOS QUE NAO SABEM SER AGENTES DE AUTORIDADE PARA MANTER RESPEITO.

  4. Zé da Gândara says:

    O fedelho de certeza que enquanto se lembrar de quão bom é lamber o fundo ao tacho, não se vai meter noutra…

    • Alertas2020 says:

      Devias de ter sido tu a ser abandonado pelos teus pais…zequinha…és pouca coisa ou quase nada

    • Poderoso Piwauwau says:

      O Zequinha, é muito mau.
      Lamber o fundo ao tacho não consta do Dicionário aberto de calão e expressões idiomáticas, actualizado há cinco dias. Estou confusa… Vou avisá-los já disso.
      Já lamber o cu, lamber o garrafão, lamber as botas, lamber os pés, lamber os beiços, lamber os dedos, lamber sabão, lamber as feridas, aparecem no nível de calão carroceiro, calão, expressão coloquial, etc.. Há também os ordinários: calão muito carroceiro, calão estupidamente carroceiro…
      Ai, não… Perdão. Lamber o cu, não.
      Lamber o cu também não consta do Dicionário aberto de calão e expressões idiomáticas, actualizado há cinco dias. Vou já avisá-los disso. Em princípio, a falta de princípio que é lamber o cu a outrem, aparecerá no nível de calão muito carroceiro.
      Estou confusa…
      E Sua Senhoria, não estará a confundir com este comentário, a obra-prima do mestre com a prima do mestre de obra? Ou entao, do que escreveu, alvitra-se não ter que ver o cu com as calças.
      https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/

      • Zé da Gândara says:

        .|.

        • Canivete Sadino says:

          És mesmo um pavão mauzão, Zequinha.
          Vens para os órgãos de comunicação social escrever penachos, cornes, pils, ou lá o que é, em vez de me enfrentares pessoalmente com argumentário inteligente.
          És um cobarde silencioso e não tenho mais paciência para te aturar.
          Vá. Vai mas é para a praia libertar as toxinas na água salgada do mar.

  5. Poortugues says:

    Mas ainda se admiram de regularmente surgirem vídeos de agentes da autoridade a bater nos cidadãos (tenham ou não alguma razão do seu lado?)
    Desde há muitos anos que apenas entra para a PSP / GNR quem não serve para mais nada e tem forte vontade em mandar em alguém. Temos assim, maioritariamente, agentes arrogantes (cada vez mais militantes/apoiantes da extrema direita) e que não sabem lidar com as situações do dia a dia. Querem ser, na maioria das vezes juízes e carrascos.

  6. Jürgen Funke says:

    Enviou um vídeo como prova? Quando minha família (minha esposa, meu filho de 4 anos e eu) fomos ameaçados por 3 portugueses à nossa porta, nossa única proteção (até o GNR aparecer – 30 minutos depois) era gravá-lo por vídeo. 3 Portugueses com cachorro e ameaça de morte podem ser vistos no vídeo. Nosso filho, 4 anos, se apega à mãe à nossa porta com medo (visto no vídeo!) O vídeo foi apresentado com uma testemunha da GNR Lousã. Na audiência! O GNR nem queria olhar para isso. A mãe da criança disse pessoalmente à GNR Lousã na audiência! O Ministério Público Lousã nem queria ver o vídeo. Foi suprimido que esta evidência estivesse disponível! Nosso filho nem foi mencionado no julgamento! A futura ameaça de morte foi subestimada. Evidência não vista. Foi em um local isolado (Vaqueirinho, Serra da Lousã). O GNR levou cerca de 30 minutos para chegar lá. Eles também não olharam para as evidências. Até fomos discriminados. Racismo? Na nossa porta? O fato de ter acontecido na porta de casa não foi mencionado no julgamento, provavelmente porque foi suprimido pela GNR Lousã para escrevê-lo claramente no relatório. GNR correto? Racismo? O vídeo do GNR Lousã foi apresentado na audiência com uma testemunha (um português respeitado da Lousã). Onde está a justiça? O medo e o terror da criança e da minha família foram sistematicamente reprimidos e não foram punidos porque as evidências foram suprimidas. Incursão, ameaça de morte no futuro, ameaça de um cachorro correndo livremente, cassetete … Tudo isso pode ser visto no vídeo !!! Quem ajuda? Agora minha família tem que pagar milhares de euros se quisermos esclarecer isso para retomar o caso … porque a GNR Lousã e o Ministério Público “suprimiram” as evidências e, assim, pronunciaram um julgamento “pelos agressores”!

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