Pedidos ao Banco Alimentar subiram nas últimas semanas

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FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

As consequências económicas causadas pela pandemia da covid-19 já se começam a fazer sentir nos bolsos dos conimbricenses. Sinal disso mesmo é o aumento do número de pedidos feitos junto do Banco Alimentar contra a Fome (BACF) nas últimas semanas. De acordo com o presidente Luís Serpa Oliva, muitas dessas solicitações têm chegado através da Rede de Emergência Alimentar (https://emergencia.bancoalimentar.pt/). Após o registo, o caso é confirmado e encaminhado para a instituição mais perto da sua residência.
Como tal, o BACF já está a reforçar as entregas que irão ser feitas na próxima semana nas 68 instituições com quem têm acordos estabelecidos. Essa situação está a levar a que as estantes metálicas comecem a ficar vazias. Ontem de manhã, por exemplo, havia apenas um dois cestos com arroz, óleo, enlatados, cereais e bolachas espalhados por todo o edifício. “O armazém está a ficar com muito pouca coisa”, afirmou o responsável, que espera nos próximos dias a solidariedade das empresas do distrito para ajudar a compor as prateleiras. Esta semana, uma firma entregou mais de duas dezenas de paletes de enlatados de feijão e grão e outra uma palete de leite pasteurizado, mas Luís Serpa Oliva acredita que nas próximas semanas haverá muitas outras empresas que “irão responder positivamente ao nosso apelo”.

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