Opinião – O coronavírus

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1. Parece evidente que a poluição da natureza, quer seja do mar, do ar ou dos rios é um factor agravante ou despertador para a mutação dos gérmenes e, quanto mais pequenos são (caso do vírus), mais isso acontece. Há que estimular a imunidade, razão por que a doença privilegia os idosos e os mais depauperados. Quanto mais a latitude e altitude, mais evidente se apresenta a difusão do gérmen. É assim que o sol evidencia que o factor mais electivo para esterilização do gérmen será raios ultravioleta, tanto mais há que esperar que, com o início da primavera e o caminhar para o verão seja o factor dominante ou prevalente para acalmar ou até fazer desaparecer o agente.
As medidas anunciadas pelo Estado são para ser cumpridas e não postas em causa, isto é, serem obedecidas. Mas um conselho: oiçam quem mais sabe para melhor acertar. Chego a duvidar que isto esteja a acontecer.

2. Pensem na economia. Fábricas fechadas, desemprego acrescido, fronteiras encerradas. Bens essenciais a diminuir ou mesmo a faltar… Dívida a aumentar. Crédito a hesitar ou mesmo a recusar. A agricultura em agonia. Os sem-abrigo a aumentar. Se o bom senso prevalecer, é a vez das ciências do bem-estar ou harmonia se implantarem e prevalecerem que é o movimento (o desporto), as artes (a materialização da alma, do espírito e dos sentimentos) e é o trabalho (fim das greves com o braço no ar que, atemorizando, apoiam o sim em situações em que deveria prevalecer o não).
Haja uma nova Constituição, em que todos se comportem como cidadãos, em que os deveres prevaleçam sobre os direitos para que o poder seja exercido pelos que mais sabem e não apenas pelos que melhor falam que é o que está a acontecer no momento em que vivemos.
E agora? Que fazer?
Um avião pode dar a volta ao mundo em 24 horas. Se um seu proprietário ou alugador utilizá-lo, que garantias tem que o próprio avião e os assentos não estão conspurcados ou contaminados?
Que garantia há de que o teste garante a especificidade da contaminação, se quando apareceu o teste para a sida, a população de uma cidade deu mais de 38% contaminados no início e veio-se a verificar que, em muitos deles, a positividade era atribuída a um parasita?
Se para protecção do condutor dos transportes públicos se instituiu entrada e saída do transporte pela retaguarda e, para surpresa das surpresas, um dos utilizadores vê um cidadão ou condutor de um táxi a cuspir (quantas vezes escarrar para o chão)?… Apenas minudência…
E os descuidos no hospital? Que garantia têm os profissionais, mais sujeitos às intempéries, médicos, enfermeiros, farmacêuticos, quem lá trabalha que, por obrigação e imperativo de consciência, sujeitam-se ao risco de serem contaminados e contaminar os seus se não têm os meios para se poder proteger e o dever sobrepõe-se aos direitos de se defenderem.
Mas o coronavírus terá o grande mérito de despertar os poderosos e gentes endinheiradas que o nosso mundo, Terra, é só um e não há eleitos e desprotegidos. Até o presidente dos Estados Unidos parece ter entendido que o seu admirador Primeiro-ministro do Reino Unido já deu um passo atrás.
Que o Criador nos ilumine, para que ilumine os políticos, para que a Constituição dos países (começando pela ONU) não seja baseada nos Direitos Humanos, mas sim que haja também os Deveres Humanos, promovendo-se os deveres, para que em conjunto ambos tenham para os países e Terra a luz iluminadora que, iluminando as mentes, ilumine o revigorar da vida no planeta. Assim, levará ao Estado Perfeito, ou que o Estado Perfeito seja a luz na cúpula das constituições e num mundo perfeito. Que haja lugar a um Congresso Mundial sobre o Futuro do Planeta: Globalização, Prós e Contras; Caminhos a Seguir; Papel da Máquina e do Homem; Limites.

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