Tábua: PCP acusa grupo Aquinos de impor férias ilegalmente

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O PCP defendeu ontem que a pandemia de Covid-19 não pode pôr em causa os direitos laborais e acusou o grupo Aquinos de “impor ilegalmente” o gozo de férias a milhares de trabalhadores.
“O PCP tem chamado a atenção para aproveitamentos, por parte de setores do patronato e de grupos económicos, para o ataque aos direitos dos trabalhadores a propósito da pandemia”, afirmam, em comunicado conjunto, os setores de empresas dos distritos de Coimbra e Viseu do partido.
A esses aproveitamentos, segundo os comunistas, “juntam-se pressões do patronato para marcação forçada de férias, como no caso do grupo Aquinos”, produtor de sofás e colchões com sede em Tábua, distrito de Coimbra, que tem também unidades em Carregal do Sal e Nelas, distrito de Viseu, além de França e Polónia.
Frisando que a pandemia “não pode acelerar a exploração dos trabalhadores”, as duas estruturas regionais exigem “respostas que assegurem a salvaguarda da saúde dos trabalhadores sem colocar em causa os salários, nem o direito ao gozo de férias”.

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