Opinião – O desaparecido em combate, apareceu e desapareceu

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Marcelo Rebelo de Sousa fez ontem o maior “exercício de prova de vida” que até hoje se lhe tinha conhecido e reconhecido; entalou António Costa? Olhe que não Presidente, olhe que não!
Um Presidente, o Comandante em Chefe das Forças Armadas Portuguesas, que abandona o seu posto e se refugia em casa, deixando a malta ao abandono, não pode recolher o próximo voto dos portugueses.
E não me venham com a conversa que ele deu o exemplo. O exemplo vem sempre de cima. O exemplo foi dado pelos profissionais de saúde, os funcionários dos supermercados, os camionistas e tantos outros que, por esse País fora, são os protagonistas de um enorme exemplo de altruísmo.
Marcelo Rebelo de Sousa fugiu às suas responsabilidades deixando António Costa sozinho no comando das tropas de que ele é o chefe máximo. Ou já era, ou foi, ou terá sido!
As eleições presidenciais são para o ano e ele está cheio de medo. De medo, sobretudo, dos portugueses não mais lhe reconhecerem o direito de falar em seu nome.
Até o seu amigo José Miguel Júdice o critica ferozmente.
António Costa, que algumas vezes tenho criticado, até pela geringonça, demonstrou capacidade de liderança, empenho no trabalho governativo, mobilizador de vontades, arquitecto de uma nova mentalidade, enfim, um líder a quem assentaria bem a casaca de Presidente da Pepública Portuguesa.
Poderá ser, ou não? Poderá. No futuro, porque agora é preciso para outros combates.
Saúdo também o Dr. Rui Rio, um Cavalheiro, por colocar acima de tudo os seus concidadãos. Tem o meu muito respeito e consideração.
António Costa teve de aturar tudo, desde a Directora-Geral da Saúde, passando pela Ministra da Saúde, até ao Ministro Cabrita. Até o desaparecimento do Ministro da Educação ele teve de superar.
Estão a valer-lhe nestes tempos difíceis, O Ministro das Finanças e da Economia. Valha-nos isso!
Marcelo rebelo de Sousa ficou aterrorizado com o protagonismo de António Costa e agora deu-lhe um presente envenenado. Reuniu uns Conselheiros de Estado – vá-se lá saber para quê – e decidiu-se por uma medida gravosa para o País e para a nossa economia.
Ao mesmo tempo, lavou as mãos como Pilatos e disse; “ó António, agora é contigo. Tens tudo na mão, as decisões são tuas para o bem e para o mal”.
Conhecendo nós agora mais profundamente António Costa, sabemos que vai correr tudo bem, comandará bem as tropas lusitanas e, no fim, todos perguntaremos; para que serve o actual Presidente da República? Para nada, diremos em coro! Será que será em coro?
Quando foi preciso escapuliu-se, e agora voltou para o esconderijo. Pobre País o nosso que tal Presidente tem.
O tempo das festarolas já lá vai. O tempo, do come um queijinho aqui, um pedaço de “chóricinho” ali, um copito acolá; ó Amiga, não ponha muito que eu adormeço e farto de andar a dormir estou eu!
Acabaram-se os beijos e os abraços. Acabou-se o fórróbódó das passeatas pelo interior a apontar erros a outrem.
E agora, que não há beijinhos e abraços, agora que se acabou o populismo barato e foi preciso “agarrar o boi pelos cornos”, por que paragens se perdeu?
Agora que a festa está a acabar, corte-se-lhe no orçamento para dar aos hospitais, aos lares de idosos, e onde o dinheiro faz falta.
Como diria; A Bem da Nação!

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