Lions Clube de Coimbra debateu eutanásia no ISCAC

Foto DB-Carlos Jorge Monteiro

O debate era sobre “o sim ou não” à eutanásia. Contudo, o convidado que apresentaria os argumentos a favor da despenalização – José Manuel Pureza – não pôde estar presente por motivos de agenda. Por isso, no centro da conversa que decorreu ontem na Coimbra Business School | ISCAC prevaleceram os argumentos contra a eutanásia.
A famosa “rampa deslizante” foi, desde logo, um ponto que mereceu a atenção dos intervenientes. Henrique Vilaça Ramos, médico e antigo coordenador do Conselho Nacional de Ética e Deontologia da Ordem dos Médicos, alertou para o facto de, uma vez permitida a eutanásia em situações restritas, será praticamente certo que com o tempo, tais situações sejam progressivamente alargadas.
“Colocamos um pé na rampa e depois já não há travões. Os números demostram-no: na Suíça, o número de suicídios assistidos em 2003 era de 187 casos; 12 anos depois, eram já 965 casos. Na Holanda, em 10 anos, passou-se dos 2000 para os 6000 casos”, referiu.

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