Viseu Dão Lafões quer discutir Centro Hospitalar com a ministra da Saúde

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A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões anunciou hoje que pediu uma reunião de trabalho à ministra da Saúde para discutir as obras de requalificação do serviço de Urgência e a criação do Centro Oncológico do Centro Hospitalar Tondela Viseu (CHTV).

Em comunicado, a CIM refere que, “não obstante o lançamento da repetição do concurso público para a ampliação do serviço de urgência do CHTV”, lamenta “todo o atraso e todos os episódios que se registaram nos últimos quatro anos”.

Isto porque, acrescenta, “já em agosto de 2015, a CIM Viseu Dão Lafões e os seus autarcas tiveram a opção política de mapear este investimento no Programa Operacional Centro”.

A CIM recorda que, estando o financiamento comunitário assegurado, “o Governo apenas teria de suportar a componente nacional, pouco mais de um milhão de euros, numa obra que seria plurianual”.

Por isso, considera “incompreensível que, tendo sido a mesma concursada, não se tenha iniciado a construção, por imposição de cativações orçamentais, sendo que todo este atraso teve consequências graves no acesso à saúde e na qualidade dos serviços” prestados às populações.

No que respeita ao Centro Oncológico, a CIM quer saber “qual a evolução desse projeto anunciado, aferir se já foi validado o projeto do conselho de administração do CHTV (que há um ano ainda não existia), qual o modelo funcional de afiliação, ou de agregação, e, não menos importante, se já está assegurado financiamento para a sua concretização”.

“Só assim poderemos saber qual o calendário real e se tal ocorrerá nesta legislatura”, sublinha.

A CIM acrescenta que apoia a manifestação organizada pela Liga de Amigos e Voluntariado do CHTV, no sábado à tarde, no Rossio, devido ao atraso na concretização destas obras.

O novo concurso público para as obras de alargamento e remodelação das instalações da Urgência Polivalente do Hospital S. Teotónio, de Viseu, que representa um investimento de 6.460.627 euros, foi na quinta-feira publicado em Diário da República.

“A intervenção tem um prazo de execução de 400 dias, prevendo-se o arranque da obra no mais curto prazo possível a partir da consignação da empreitada, cumpridos que estejam todos os prazos e procedimentos legais, designadamente o visto prévio do Tribunal de Contas”, refere um comunicado do CHTV.

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