“Impossível” esgota todos os espetáculos no Convento São Francisco

FOTO ALFREDO MATOS

“Impossível ao Vivo” apresenta-se pelo segundo ano consecutivo. Como correu em Lisboa, depois do sucesso do ano passado?
Depois do recorde do ano passado, com 24.000 espetadores em apenas 16 dias de representações, ultrapassámos este ano os 25.000.

A linguagem universal e transversal da arte mágica leva a que possa estimular a capacidade de sonhar de qualquer ser humano, independentemente da sua idade, condição social ou cultural. Um espetáculo de magia é para todos os sentidos. Um espetáculo de magia é sempre mais surpreendente quando a família está toda presente. É fantástico ver como uma mesma realidade é vivida por cada um e, no final, a experiência prolonga-se na discussão e partilha das emoções vividas. Acredito que há um público que está a descobrir que o que fazemos é magia contemporânea para espetadores do século XXI.

Como é que é possível um mágico reinventar-se? Manter essa extraordinária capacidade de surpreender?

É um exercício diário. As fontes de inspiração vêm do mundo real em permanente transformação e isso facilita. Procuro sempre ser melhor do que fui ontem. Gosto de evoluir, superar-me e empurrar os limites que se me apresentam, na busca constante do instante memorável e extraordinário. É uma busca que não se extingue com qualquer conquista. É uma busca que se torna só mais ambiciosa e difícil de superar.

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