Entidade quer alterar modelo de formação dos técnicos de emergência pré-hospitalar

DB-Carlos Jorge Monteiro

A recém-criada Sociedade Portuguesa de Emergência Hospitalar (SPEPH) defende uma alteração da formação dos técnicos, de modo a colmatar as “assimetrias criadas” pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). De acordo com Vítor Matos, presidente da sociedade, o INEM “tem – e bem – um curso de técnicos de emergência pré-hospitalar, mas que se destina a resolver “uma necessidade que o próprio instituto tem”.

“No entanto, deixou de fora os parceiros que são aqueles que fazem 85 por cento da emergência pré-hospitalar em Portugal – os bombeiros e a Cruz vermelha Portuguesa”, disse aos jornalistas no passado sábado, à margem da apresentação pública da Sociedade Portuguesa de Emergência Hospitalar e da tomada de posse dos órgãos sociais.

A sessão decorreu no ISEC/Coimbra Engineering Academy, instituição que, de acordo com Vítor Matos, já manifestou disponibilidade para, em conjunto com a SPEPH, “e se houver necessidade”, ministrar um curso nesta área.
“Se houver essa possibilidade, o ISEC já mostrou abertura para nos certificar o curso e disponibilizar todas as infraestruturas necessárias para isso”, adiantou o presidente da sociedade.

Pode ler a notícia completa na edição em papel desta segunda-feira, 13 de janeiro, do Diário As Beiras

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