Cheias do Mondego deixam 25 trabalhadores agrícolas sem ocupação

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Vinte e cinco trabalhadores efetivos em empresas agrícolas do Baixo Mondego estão sem ocupação face às cheias que afetaram a região, afirmou ontem o presidente da Câmara de Soure, que pede apoios ao Governo para as empresas e funcionários.
Os 25 trabalhadores efetivos pertencem a empresas de Soure, Montemor-o-Velho e Coimbra, que estão sem poder trabalhar devido às inundações que afetaram o vale central do Baixo Mondego no final de dezembro, disse à agência Lusa Mário Jorge Nunes, que se reuniu esta semana com produtores agrícolas da região, em representação dos autarcas dos concelhos mais afetados.
A notícia tinha sido avançada na sexta-feira pelo jornal local Terras de Sicó, que falava em meia centena de trabalhadores agrícolas temporariamente sem ocupação face à área de produção ainda submersa no vale central.
Segundo Mário Jorge Nunes, as empresas afetadas estão sobretudo ligadas à horticultura intensiva, sendo que, além da perda de produção e da necessidade de recuperar o potencial produtivo, têm os trabalhadores parados.
De acordo com o autarca, será enviado um memorando para o Ministério do Trabalho e Segurança Social na segunda-feira a expor a situação e a requerer algum tipo de resposta para a situação.
Os empresários agrícolas defendem a possibilidade de acionar o “lay off” (suspensão temporária do contrato de trabalho), a suspensão dos descontos para a Segurança Social e subsídio aos trabalhadores afetados, referiu.
Além dos trabalhadores efetivos, também haverá alguns trabalhadores temporários afetados pela paragem, notou.
Mário Jorge Nunes referiu ainda que a recuperação “está a correr bem”, mas depende muito das condições climáticas, que poderão atrasar ou antecipar o regresso aos campos inundados.

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