Agricultores têm até ao final do mês para fazer levantamento dos prejuízos das cheias

Foto – DB/Carlos Jorge Monteiro

“Retomar época agrícola sem prejuízos de maior”. É esta a prioridade de Governo, Comunidade Intermunicipal (CIM) e, claro, agricultores, que se reuniram em Coimbra, para um encontro em que se avaliou o impacto das cheias no Baixo Mondego.

A reunião justificou a visita da ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque. Na sede da CIM Região de Coimbra, a responsável do Governo teve a oportunidade de ouvir os testemunhos dos autarcas locais e representantes de associações de agricultores, tendo, de seguida, tornado público os apoios destinados às pessoas afetadas pela intempérie.

Em conferência de imprensa, acompanhada pelos presidentes dos municípios de Coimbra, Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Soure e Oliveira do Hospital – este último, José Carlos Alexandrino, na qualidade de presidente da CIM-RC –, Maria do Céu Albuquerque adiantou que a primeira fase de levantamentos de prejuízos decorre até ao próximo dia 20. Posteriormente, será lançado um aviso até ao final do mês, através do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020, num apoio que prevê prejuízos com todo o tipo de equipamentos ou animais afetados. Segundo a ministra, a tipologia do financiamento “é igual” àquela que apoiou os agricultores prejudicados pelos incêndios de outubro de 2017 e pelo furação “Leslie”.
Neste âmbito, as despesas elegíveis até cinco mil euros serão financiadas a 100 por cento. Por outro lado, prejuízos entre cinco mil e 50 mil serão apoiados em 85 por cento e a partir de 50 mil euros, a 50 por cento.

 

(Ler notícia completa na edição em papel do DIÁRIO AS BEIRAS de 8 de janeiro de 2020)

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