Académica: “Pensei que era a minha oportunidade e tinha de marcar”

Francisco Moura chegou lesionado, recuperou, voltou a lesionar-se e só agora pôde estrear-se pela equipa principal. Aproveitou o castigo a Cerqueira e mostrou a João Carlos Pereira que tem qualidade para mais do que alinhar pelos sub-23.
“Já estava à espera desta oportunidade desde o início da época. Tive uma lesão complicada, que não me deixou ajudar, mas agora estou bem”, salientou.
O internacional jovem por Portugal deixou, no verão, o Minho, pela primeira vez, e finalmente, teve a oportunidade que procurava.
“O Sp. Braga não contava comigo e vim para Coimbra para ter uma oportunidade e ajudar a Académica. Estou feliz”, confessou.
Sentido de oportunidade foi também o que mostrou, aos 63’, quando apareceu no sítio certo a rematar para o fundo da baliza depois de um “canto” da esquerda cobrado por Leandro Silva e que Zé Castro ainda desviou primeiro.
“O que pensei antes do golo? Que esta era a minha oportunidade e tinha de marcar. Ajudei a equipa e isso foi o mais importante”, admitiu, Francisco Moura, no final.
Foi o segundo jogo consecutivo de Francisco Moura a marcar, depois do golo ao Belenenses ao serviço dos sub-23.
Foram seis jogos na Liga Revelação antes da estreia pela equipa principal. “Passar pelos sub-23 foi importante, por que já não competia há seis meses”, garantiu Francisco Moura aos jornalistas.

“Grupo mais forte”
Francisco Moura admite que os últimos tempos não têm sido fáceis na academia. “Têm sido semanas pesadas, mas estas adversidades fazem com que o grupo fique mais forte”, garante.
Quanto ao futuro, coletivamente, “o objetivo passa, como sempre, por ganhar o próximo jogo”.

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