Simulacro de sismo obrigou a evacuação de escola básica em Condeixa-a-Nova

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DB-Pedro Ramos – Exercício da proteção civil envolveu várias entidades das áreas da segurança e socorro

A “escola foco” no distrito de Coimbra onde se realizou o exercício público, de âmbito nacional, de sensibilização para o risco sísmico foi, ontem, a Básica n.º 2 de Condeixa-a-Nova.

Tal como nas restantes escolas (nesses casos em menor escala), decorreram exercícios em simultâneo, à hora exata (11H15), que envolveram alunos, docentes e funcionários, participando num simulacro de desastre natural, promovido pelo Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra, no âmbito da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

O exercício designado “A terra treme” teve como objetivo “capacitar os cidadãos para saber como agir em caso de sismo, saber o que fazer antes, durante depois, nomeadamente as medidas preventivas e os comportamentos de autoproteção a adotar para se protegem e sentirem mais seguros”

Autoridades de socorro partilharam informação
O 2.º comandante Operacional Distrital, Nuno Seixas Pereira, sublinhou que o “exercício realizado aqui em Condeixa envolveu, para além da escola, todas as restantes entidades”, como foram os casos da GNR, GIPS, Forças Armadas, Serviço Nacional de Proteção Civil, técnicos de emergência e planeamento e DGEST.

A diretora do agrupamento de escolas do concelho, Anabela Lemos, explicou que “os exercícios realizados foram comunicados aos alunos, no âmbito da disciplina de “Cidadania e Desenvolvimento”, acrescentando que “ficaram a saber qual a contribuição que cada um pode dar para a sua própria proteção e a dos outros”. Ontem, a nível nacional, decorreu a 7.ª edição anual de “A terra Treme”, integrando um exercício que “compreende a prática de três gestos simples, que podem fazer a diferença a que os praticar perante a ocorrência de um sismo”: baixar, proteger, aguardar.

Pode ler a notícia completa na edição em papel deste fim de semana, 16 e 17 de novembro, do Diário As Beiras 

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