Opinião – O mundo a semana passada A GEOPOLÍTICA da semana

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24 Nov DOMINGO – HONG KONG

Os candidatos pró-democracia conseguem vitória esmagadora nas eleições naquela ex-colónia Britânica. Conquistaram quase 90 % dos assentos dos conselhos distritais, infringindo uma pesada derrota ao campo pró-China. As eleições tiveram uma participação recorde de mais de 71%, onde ficou demonstrado o grande apoio às organizações que mobilizaram os protestos, levando às ruas milhões de pessoas de Hong Kong, durante este ano.

25 Nov SEGUNDA – PARIS

A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura ) oficializa o dia 5 de Maio como Dia Mundial da Língua Portuguesa. A decisão foi ratificada na capital francesa, na conferência geral do conselho executivo daquela organização das Nações Unidas, e esteve presente uma delegação do governo português presidida pelo primeiro-ministro, António Costa. O mesmo referiu a grande importância para o reconhecimento global da língua do mundo lusófono.

26 Nov TERÇA – BENI

Milhares de pessoas atacaram a base das forças militares da MONUSCO, a missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo (RDC), que acusaram de ineficácia contra as guerrilhas locais. Na cidade de Beni, milhares de populares enfurecidos destruíram parcialmente as instalações das forças da ONU, demonstrando o seu descontentamento pelo inoperância daquelas forças. Naquela zona da RDC, próxima do Uganda, proliferam vários movimentos de guerrilha.

27 Nov QUARTA – BUENOS AIRES

O novo presidente eleito da Argentina, Alberto Fernandez, que toma posse no próximo dia 10 de dezembro, recusa receber o que falta do empréstimo solicitado ao FMI. O novo presidente, peronista de esquerda, que irá suceder a Macri (centro-direita), vai encontrar uma grave crise económica e social que afeta aquele país da América do sul, pretendendo relançar o desenvolvimento económico, mantendo os seus compromissos com o FMI.

28 Nov QUINTA – ESTRASBURGO

Os Eurodeputados aprovam a Comissão Europeia presidida por Ursula von der Leyen, que tomará posse a 1 de dezembro. A equipa da presidente da Comissão foi aprovada com uma larga maioria de 461 votos a favor, 157 contra e 89 abstenções, no Parlamento Europeu. O presidente do Parlamento, David Sassoli, assinou a carta de nomeação, depois da presidente eleita ter apresentado o programa, no qual a prioridade é combater as alterações climáticas.

 

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