Coimbra iParque paga dívida de cinco milhões e recebe louvor dos acionistas

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FOTO ARQUIVO DB/LUÍS CARREGÃ

Há oito meses, quando a nova administração tomou posse, o Coimbra iParque corria o risco de acabar, enquanto sociedade anónima. Em causa, a dívida bancária acumulada de quase cinco milhões de euros e uma deliberação, em assembleia geral, visando a internalização da empresa na câmara municipal.
Oito meses depois, o conselho de administração – presidido por Victor Baptista e que integra Rui Alírio e Santana da Silva – já fala em “sustentabilidade” da empresa. Na semana passada, apresentou um relatório e contas que mereceu um voto de louvor, aprovado por unanimidade pelos acionistas.
O documento destaca os pontos-chave da estratégia de mudança:
– a concretização do projeto Olympus (com a venda de dois lotes para um investimento de 30 milhões de euros e 330 novos postos de trabalho);
– o início da construção da nova unidade da Sanfil;
– a aprovação, pela câmara, do projeto para a TIS – Technological and Intelligent Systems;
– a aprovação, iminente, da candidatura para as infraestruturas de mais sete lotes de terreno (investimento de cerca de dois milhões de euros);
– a liquidação de toda a dívida bancária, com exceção de 300 mil euros, a liquidar em breve.

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