Greve de funcionários deixa piscinas de Coimbra num “caos”, denuncia o PSD

A concelhia do PSD de Coimbra afirmou hoje, domingo, que o “caos” provocado pela greve dos funcionários nas piscinas municipais é “insustentável”, criticando a “posição irredutível” da Câmara Municipal.

“Depois de cerca de um mês de greve dos funcionários do atendimento das piscinas municipais, a situação caótica agrava-se, com grave prejuízo para os utentes, atletas e famílias, tanto na formação e competição de natação como nas atividades de saúde e bem-estar”, refere o PSD de Coimbra, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

No comunicado, a concelhia social-democrata critica a Câmara Municipal de Coimbra, liderada pelo PS, de ter uma “posição irredutível” e de não dialogar com o sindicato, o que, na sua perspetiva, leva a “um extremar de posições, sem fim à vista”.

“Esta situação é insustentável e merece a crítica frontal do PSD de Coimbra”, vinca, acrescentando que a Câmara Municipal “tem que pagar aquilo que o tribunal decidiu”.

O presidente da concelhia, Nuno Freitas, citado na nota de imprensa, afirma que “Coimbra perde no plano desportivo, educativo e social – afetando inclusivamente os planos de treinos dos atletas olímpicos para Tóquio 2020 – com uma atitude de total irresponsabilidade dos poderes públicos da CMC”.

Segundo a nota, o PSD vai ouvir na segunda-feira clubes, utentes, pais e atletas numa sessão junto às piscinas municipais, por forma a “tomar posição pública na reunião do executivo da Câmara Municipal de Coimbra”, na terça-feira.

Mais informação na edição impressa de amanhã, 28 de outubro, do DIÁRIO AS BEIRAS

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