Nova marca Bairrada baseia-se no sentir do território, defende agência

 

A nova identidade da marca Bairrada foi feita em conversa com as pessoas, “sobre os sentimentos” na origem do território, contou o diretor executivo da Ivity (empresa responsável por este trabalho), Carlos Coelho, na apresentação que decorreu este sábado nos paços do concelho, em Cantanhede.

“É uma marca verdadeira, não é um exercício criativo feito em Lisboa”, explica o criativo, cujo pai tem origens em Cantanhede.
Adverte porém, que a Bairrada deve “ser bem-amada”. “As marcas, se forem maltratadas, morrem muito cedo”, nomeadamente, “por se achar que já existem”.

No mesmo sentido, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, acrescentou que esta marca “é nossa. Tem que ser apropriada por nós”.

Sublinhou que aquilo que se conseguiu ao longo dos anos na Bairrada foi cooperar para se obter aquilo que é hoje.
Helena Teodósio, presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, defendeu que “impor e consolidar a marca Bairrada também passa muito por aí, pelo acentuar da notoriedade da região demarcada, tendo como referência a sua tradição na produção de vinhos de excelência e associando-lhe tudo o que de valioso o território tem para oferecer enquanto destino turístico”.

Informação completa na edição de hoje do Diário As Beiras

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