Bruno Paixão: “Desde que entrei em funções tenho ido ao encontro das pessoas”

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FOTO DB – PEDRO RAMOS

Um ano depois de ter tomado posse, o diretor distrital de Coimbra da Fundação Inatel, Bruno Paixão, revela o que mudou na gestão desta instituição e avança com alguns dos projetos que já tem agendados até ao final de 2019. Sobre o edifício da rua António Granjo, o responsável disse que já existem propostas para a sua aquisição, mas a decisão final caberá ao Conselho de Administração

O que mudou neste ano de mandato na Fundação Inatel em Coimbra?
Antes de mais, estamos perante uma muito relevante entidade de economia social, com 84 anos, 200 mil sócios ativos e implantação em todo o País. Este é um lado institucional com enorme peso no contexto nacional. Há um outro lado, mais intimista se quisermos, que depende das pessoas que estão nas organizações. Nessa medida, entrei com espírito de missão e tenho colocado muito de mim nesta instituição em Coimbra. Todavia, é importante sublinhar que ninguém faz nada sozinho. Tenho uma excelente equipa, mobilizada, que tem vontade de fazer e de concretizar.

Estamos a falar de uma Fundação que é muito procurada pelas coletividades e autarquias…
A comunidade, de uma maneira geral, procura a nossa recetividade para um envolvimento mais efetivo. E nós, como forma de estar, estamos mais atentos às suas ideias e profundamente abertos à cooperação.

A mudança de posicionamento tem sido bem vista pela região?
Sem falsas modéstias, creio que sim. Criámos uma excelente relação com, basicamente, todos os municípios da nossa região, bem como com centenas de coletividades. Tenho uma relação muito franca, assídua e fraterna com as pessoas. Vejo a relação como uma bicicleta: se não dermos aos pedais, acabaremos por cair. E, portanto, é preciso dar aos pedais, constantemente, estar atentos, pensar e concretizar coisas.

Tem mobilizado parcerias?
Penso que ganhamos todos muito mais se fizermos o nosso trabalho em cooperação, fomentando a participação, envolvendo as pessoas. O que um dia ficará é a obra, e a obra é das pessoas. Não é possível fazer nada em plenitude se não for em cooperação com as entidades e com as pessoas, dando, no fundo, “luz” às ideias que germinam. Nunca me dei mal com a humildade e a abertura de espírito.

Sem aumentar o orçamento?
O caudal de atividades que apresentamos trouxe um investimento na cultura, no desporto, no lazer, no turismo e na ação social que nós desenvolvemos. Isso não é quantificável.

 

Entrevista completa na edição impressa

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