Fogo em Miranda do Corvo continua a preocupar

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FOTO DB – CARLOS JORGE MONTEIRO

O incêndio de Miranda do Corvo, no distrito de Coimbra, continua a preocupar a proteção civil que mantém no local mais de 600 operacionais e nove meios aéreos, prevendo-se a continuação das condições meteorológicas adversas.

Em conferência de imprensa, o comandante nacional da Autoridade nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) afirmou que os incêndios que deflagraram em Valpaços, na Sertã e Miranda do Corvo foram o que maiores preocupações causaram entre as 189 ocorrências detetadas nas últimas 24 horas, que obrigaram ao empenhamento de mais de sete mil operacionais.

“Hoje vamos continuar a ter condições meteorológicas muito adversas, devido ao vento e à humidade relativa, e vai implicar ainda um trabalho muito apurado no incêndio de Miranda do Corvo”, acrescentou.

Duarte Costa destacou também os 12 feridos provocados pelos fogos da Sertã e de Miranda do corvo.

No combate ao fogo da Sertã ficaram feridos oito bombeiros voluntários e um civil e um elemento da força especial dos bombeiros.

Em Miranda do Corvo dois bombeiros voluntários ficaram com ferimentos ligeiros.

 

Forças Armadas enviam máquinas de rasto 

As Forças Armadas enviaram para Miranda do Corvo duas máquinas de rasto do Exército português e da Força Aérea, para apoiarem na abertura de caminhos que facilitem o acesso dos operacionais que combatem os incêndios nesta localidade.

Em comunicado, o Estado Maior-General das Forças Armadas explica que as máquinas já se encontram a operar e que o apoio surge no seguimento de um pedido da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Com uma tripulação de cinco militares cada, estão empenhados 10 militares, cinco do Exército e cinco da Força Aérea.

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