Académica: Paragem necessária após fase negativa

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Os primeiros dois meses de César Peixoto no comando técnico da Briosa (orientou o primeiro treino no passado dia 1 de julho) deixam os sócios e simpatizantes da Briosa inquietos.
Após um início prometedor, onde sobressaem o triunfo sobre o Farense nas grande penalidades para a Taça da Liga e a vitória, 3-2, diante do Leixões na ronda inaugural da 2.ª Liga, a Académica atravessa uma série de três jogos sem ganhar (um empate e duas derrotas consecutivas) e soma quatro pontos, em 12 possíveis.
À quarta jornada é certo que nada está decidido, mas o registo pontual, e não olhando a ideia e modelo de jogo definidos pelo técnico para a Briosa, deixa a formação de Coimbra com margem curta para errar nas 30 jornadas que faltam. Os quatro pontos mantêm a Académica “versão” 2019/2020 em linha com as últimas três épocas, mas os oito pontos já perdidos podem fazer falta no final.

Costinha somava quatro pontos em 2016/2017
Desde que desceu ao segundo escalão, no final da época 2015/2016, a Briosa tem tido dificuldades nos inícios de temporada. Se nas duas épocas anteriores os academistas somavam três pontos após quatro jornadas (2017/2018 com Ivo Vieira e 2018/2019 com Carlos Pinto), em 2016/2017, a formação liderada por Costinha tinha quatro pontos, num campeonato que contemplava 22 equipas e tinha 42 jornadas – atualmente são 18 e são disputados 34 jogos.

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