Bares e autarquia chegam a acordo na Figueira da Foz

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Foto: Arquivo
Ana Carvalho, vice-presidente da câmara

A autarquia da Figueira da Foz e os empresários dos bares do Bairro Novo chegaram a um acordo. Segundo a vice-presidente da câmara, Ana Carvalho, disse ao DIÁRIO AS BEIRAS, durante o verão e a título experimental, aqueles espaços de diversão noturna poderão funcionar com portas e janelas abertas, quando o número de clientes o justificar.

“Compreendemos os argumentos [dos empresários dos bares]”, afirmou Ana Carvalho, acrescentando que “o acordo é uma forma de garantir um entendimento entre todos”.

No entanto, afiançou a autarca, “o objetivo final é reduzir o ruído da música, mas também queremos que os bares possam trabalhar”. Trabalhar com portas e janelas abertas, ressalvou ainda, “é algo que os empresários dos bares sempre pediram”.

Informação completa na edição impressa

3 Comments

  1. João Silva says:

    É pena. No Picadeiro deveriam haver restantes, pubs no mínimo – onde se está bem sem a música alta demais. Mas discotecas ou bares barulhentos, deveriam ir para outra zona da Cidade. E esses espaços deverão ser insonorizados. Claro que isto será possível num País ou Cidade das mil e uma maravilhas … devolvam o Picadeiro às Pessoas, Famílias. Tal como nos anos sessenta. Vejam as gentes que circulavam nas ruas e as que circulam hoje. Já para não falar no barulho dos alcoólicos até madrugada e a lixarada que fazem, com plástico e vidro partido por todo o lado.

  2. João Silva says:

    Correção: No Picadeiro deveriam haver restaurantes ….

  3. Zé da Gândara says:

    Olha que engraçado… Que brilhantes que são as mentes muito brilhantes da CMFF… Existe uma lei do ruído (que por cá, do Minho ao Algarve – Portugal já não chega a Timor), ninguém respeita e que nem mesmo muitos do que têm por função fiscalizar, devido a algum analfabetismo funcional, não conhecem…

    Para resolver o problema do ruído, a CMFF negoceia com os queridos que vendem copos, um regime que atenta contra uma lei que se deveria cumprir sem pestanejar (e que de resto, por essa Europa civilizada fora, se respeita, pois não há o triste e indigno hábito de se andar a fazer barulho e a enfrascar vinho até tarde porque no dia seguinte tem mesmo de se trabalhar)…

    Proponho portanto que se passe a ir fazer barulho nos mesmos moldes para a porta desta senhora vice-presidenta (e já agora, também, para junto da casa do respectivo chefe, o Sô Presidente), a ver se mantém a mesma ideia peregrina…

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