83 habitações destruídas pelo fogo ainda por reconstruir

Germano Mendes Marques, que perdeu a casa e a esposa nos incêndios de outubro de 2017, recebeu, ontem, as chaves da nova habitação
Foto-DB-Carlos Jorge Monteiro

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) já transferiu 49,6 milhões de euros para as famílias e para as empresas de construção no âmbito do Programa de Apoio à Recuperação de Habitação Permanente.

O número foi adiantado ontem, numa sessão pública, na Câmara de Oliveira do Hospital, onde Ana Abrunhosa dissecou, “com total transparência”, todos os detalhes sobre este processo de reconstrução das casas ardidas em outubro de 2017.

Dos 1316 pedidos de apoio foram enquadrados 843, sendo que 473 pedidos de apoio que não tiveram acolhimento no Programa de Apoio, o que corresponde a cerca de 36% dos requerimentos. As recusas, como apontou a presidente da CCDRC, prenderam-se com razões diversas: as famílias não usavam as habitações de forma permanente, as habitações não são legais do ponto de vista urbanístico e não são passíveis de legalização, a titularidade/propriedade das habitações não está regularizada, as habitações já estavam devolutas à data do incêndio.

Feitas as contas o programa de apoio determinou a reconstrução parcial/integral de 817 habitações. Destas, estão concluídas 734 habitações e estão em diferentes fases de execução 83 habitações.

Notícia completa na edição impressa, 4 de julho, do Diário As Beiras 

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